Ler "Todo dia a mesma noite" não é apenas um exercício de memória, mas um ato de empatia e cidadania. O livro serve como um e como um tributo à resiliência humana diante de perdas imensuráveis. É uma leitura necessária para quem busca compreender o papel social do jornalismo em manter vivas as lições que a história não pode permitir que se repitam.
O livro começa descrevendo a rotina dos jovens de Santa Maria. A expectativa para a "festa do fim do semestre" na Boate Kiss. Arbex descreve as roupas, os cabelos arrumados, os beijos roubados e as músicas que tocavam no rádio antes da tragédia. Essa ambientação é cruelmente necessária: você aprende a amar aquelas pessoas em poucas páginas.